Espanhol – 111

Los Artículos

Los artículos son una clase de palabras que se anteponen al nombre:

  • Indican el género:
    • masculino – el, los, un, unos – el corazón, un mundo, los ojos, unos molinos.
    • femenino – la, las, una, unas – la lluvia, una realidad, las lunas, unas vidas.
  • Indican el número:
    • singular – el, la, un, una – el corazón, la realidad, una flor, un camino.
    • plural – los, las, unos, unas – los molinos, las aventuras, unos gigantes, unas flores.
  • Se clasifican en:
    • definidos – el, la, los, las – cuando se refieren a un sustantivo conocido o específico: el sueño, la realidad, las vidas, los pies.
    • indefinidos – un, una, unos, unas – cuando se refieren a un sustantivo desconocido: un mundo, una vida, unos molinos, unas flores.

Cuando las preposiciones A y DE preceden al artículo EL hay contracción:

  • A + El = AL
    al despertar, al ver, al mar.
  • DE + EL = DEL
    del diálogo, del guión, del matiz.

En la canción Los Molinos de Viento encontramos varios ejemplos de los artículos. Pero no hay ejemplos del artículo indefinido femenino plural unas y del artículo definido femenino plural las.

¿El alma o la alma?

Uso de El-Un con palabras femeninas

En la canción la palabra Alma es un sustantivo femenino singular, que empieza por Atónica. Para que no se produzca un choque cacofónico entre la letra A del artículo LAy la letra A de alma se sustituye LA por EL. Lo mismo ocurre con los sustantivos femeninos que empiezan con ha tónica.

  • El alma
  • El hada
  • El hambre

En cambio, los sustantivos llevan el artículo femenino la, una o las, unas en los casos de:

  • Uso con adjetivos:
    • La piadosa alma
  • En plural:
    • Las almas

Las palabras abajo empiezan con A tónica pero son excepciones:

  • La a (y no El a)
  • La hache (y no El hache)
  • La árabe (La mujer árabe)
  • El árabe (El hombre árabe)

 

Fonte: http://www.redmolinos.com

Tudo Sobre o Enem

enem-logo

 

O Exame Nacional do Ensino Médio foi criado em 1998 com o objetivo de diagnosticar a qualidade do ensino médio no país. É uma prova aplicada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Em 2009, o ENEM começa a ser utilizado como critério de acesso do participante a programas governamentais, como:

Prouni (Programa Universidade para Todos): O Proni tem como objetivo abrir vagas, para quem fez a prova do ENEM, em universidades privadas de ensino superior.  Os candidatos selecionados podem entrar se tiverem uma renda per capita familiar máxima de três salários mínimos ou ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em escola privada com bolsa integral da instituição ou ter cursado o ensino médio parcialmente em escola pública e parcialmente em escola privada com bolsa integral da instituição ou ser pessoa com deficiência ou ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrando o quadro permanente da instituição, e estar concorrendo a vaga em curso de licenciatura, normal superior ou pedagogia. Neste caso, a renda familiar por pessoa não é considerada.

Sisu (Sistema de Seleção Unificada): O sisu tem como objetivo selecionar candidatos às vagas das instituições publicas de ensino superior que utilizarão a nota de ENEM como única fase de seu processo seletivo. Para participar do Sisu, o primeiro passo é fazer a prova do Enem. Após o resultado do Enem, o candidato precisa se inscrever no Sisu.  Para isso, deve acessar o site do Sisu, informar seu número de inscrição e a senha cadastrada no Enem e escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso, turno e modalidade de concorrência  nas instituições participantes. Também é preciso informar se deseja concorrer às vagas destinadas a políticas afirmativas (cotas) ou às vagas de ampla concorrência. Durante o período de inscrição, o é possível alterar as opções e vale sempre a última inscrição confirmada no sistema. Ao final da etapa de inscrição, o sistema seleciona automaticamente os candidatos com melhor classificação em cada curso, de acordo com suas notas no Enem e de acordo com os critérios adotados pela instituição escolhida.

O candidato aprovado na primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e se não fizer a matrícula para o curso em que foi selecionado, perde a vaga. O candidato selecionado para a segunda opção ou que não atingir a nota mínima em nenhum dos dois cursos escolhidos pode permanecer no sistema e ser convocado nas chamadas seguintes.

O Sisu tem duas chamadas. Entretanto, os candidatos que não conseguirem vaga nas duas chamadas, podem ainda pedir a inclusão na lista de espera, cujas vagas vão sendo divulgadas gradativamente pelas instituições até um prazo determinado.

Fies (Fundo de Financiamento Estudantil): Fies é um programa vinculado ao MEC que ajuda o estudante a pagar sua faculdade. Apesar de ser um programa de financiamento, o aluno que consegue o FIES não recebe o valor da mensalidade em sua conta bancária para depois pagar a faculdade. Depois de assinar o contrato de financiamento em um dos dois bancos autorizados pelo FIES (Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal), o percentual financiado de cada mensalidade é pago diretamente para a instituição. O financiamento do FIES só vale para instituições cadastradas e nem todos os cursos superiores de faculdades privadas participam do programa. Para participar do FIES, o curso precisa:

Ser presencial: no momento, o FIES ainda não liberou financiamento para cursos a distância (EAD)

Ter avaliação positiva do MEC: nota 3, pelo menos, no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES).

O SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O SINAES avalia todos os aspectos que giram em torno desses 3 eixos: o ensino, a pesquisa, a extensão , o desempenho do aluno, a gestão da instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos.

Ciências sem Fronteiras: Criado em julho de 2011, o programa tem como objetivo o desenvolvimento tecnológico e científico de estudantes e pesquisadores por meio do intercambio para instituições estrangeiras de alto nível. As áreas prioritárias em que o programa concede bolsas são às ciências exatas e biológicas. Através de uma inscrição online e do preenchimento de alguns pré-requisitos, o estudante será avaliado e encaminhado para o processo de matrícula das Universidades do grupo ATN (Australian Technology Network of Universities), que reúne cinco universidades australianas que estão entre as melhores do país. Para participar do programa o estudante deve estar devidamente matriculado em um curso de graduação no Brasil nas áreas específicas de Biologia, Tecnologia, Engenharia, Ciências Biomédicas ou Saúde. O candidato também deverá apresentar um bom desempenho acadêmico e ter o nível de inglês avançado (o que deve ser comprovado através exames de proficiência).

Com a nota do ENEM também é possível obter o certificado de conclusão do ensino médio para alunos maiores de 18 anos e que não concluíram o ensino médio na idade adequada.

Fontes: http://www.mundovestibular.com.br/articles/17525/1/O-que-e-FIES/Paacutegina1.html

http://portal.mec.gov.br/enem-sp-2094708791

http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular-enem/prouni/

http://portal.mec.gov.br/prouni-sp-1364717183/como-funciona

http://www.australiancentre.com.br/site/ciencia-sem-fronteiras/

O BRASIL DA OLIMPÍADA

cristo redentor

O RJ PEDE SOCORRO

A cidade do Rio de Janeiro volta a figurar nas manchetes do Brasil e do mundo, pelos sucessivos problemas de segurança urbana, que se avolumam sem solução e quando a imprensa descobre, as autoridades respondem com respostas evasivas e prometem resolver as situações, que já deveriam ter sido sanadas há muito tempo.

As UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) se encontram numa crise nunca vista: projeto pioneiro que ajudou na melhoria de qualidade da população de algumas comunidades violentas volta a ter confrontos com mortes de crianças inocentes e traz medo para moradores. Verifica-se que infelizmente o projeto não veio acompanhado de medidas de integração laboral, novas formas de entretenimento para os jovens e sobretudo preparo daqueles que vão ali trabalhar.

A policia militar não pode resolver sozinha, nas condições precárias inclusive que são colocadas à sua disposição, para trabalhar, vide imagens mostradas no Fantástico, no ultimo domingo.

Não adianta falar o tempo todo em “capacitação”, se não há investimento efetivo na infreaestrutura das unidades, dos carros e das armas. A segurança não é prioridade nas políticas publicas do Rio, excetuando quando da realização de grandes eventos esportivos ou o Reveillon ou ainda o Carnaval.

Não podemos continuar com a falta de vontade política de resolver a situação limite a que chegamos, sem priorizar o elemento humano ou seja o próprio policial também. Recentemente, policiais pediram ajuda ao Ministério Publico pois eram alocados em comunidades, sem nunca terem tido treinamento para atuar em tais locais e ainda com pouca habilidade para o uso do armamento que se faz necessário.

Queremos paz, paz para não ser assaltado dentro dos vagões do metrô ou ainda quando estivermos fazendo compras em um shopping ou simplesmente quando estivermos voltando para casa, num transporte público de péssima qualidade, que não deixa de violentar também nossa cidadania.

Queremos que as associações de classe de turismo passem a fazer denuncias e mostrar que o Rio passa por uma das maiores crises do Receptivo, sobrevivendo graças a turistas nacionais, que agora também começam a ter medo

Precisamos nos manifestar, de forma respeitosa mas exigindo que a segurança faça parte do projeto prioritário brasileiro e carioca. O governo federal que cria tantas parcerias e gasta tanto dinheiro na construção de elefantes brancos, como os estádios deixados pela Copa poderia melhor dimensionar sua atuação.

Sim, estamos pedindo socorro e respeito. Queremos que as associações de classe de turismo passem a fazer denuncias e mostrar que o Rio passa por uma das maiores crises do Receptivo, sobrevivendo graças a turistas nacionais, que agora também começam a ter medo. Que os cariocas realizem manifestações, como fizeram de forma ordeira, os moradores do Complexo do Alemão. É o momento de exigir daqueles que nos representam nos parlamentos trabalho efetivo e não assistência social.

Queremos um Rio que respeite seus moradores e forneça um mínimo de segurança, necessária para nossa sobrevivência e a educação de nossos filhos.O Rio Não pode ser manchado de lama como volta a ser por falta de priorização da segurança.

Rio, quero te ver sorrindo novamente, de braços abertos para receber os turistas, como o Corcovado simboliza nossa receptividade mas também nos protegendo das balas perdidas e da tristeza que invade nossos corações.

Fonte: http://diariodoturismo.com.br/o-rio-de-janeiro-pede-socorro/

 

Características do Arcadismo

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Uma das características do Arcadismo era o bucolismo, ou seja, a valorização da relação homem e natureza. | Foto: Reprodução

Também conhecido como Setecentismo ou neoclassicismo o Arcadismo é o movimento literário que nasceu no continente europeu no século XVIII, durante uma época de ascensão da burguesia e de seus valores políticos, religiosos e sociais. No Brasil essa escola literária aparece na segunda metade do século XVIII trazendo profundas mudanças no contexto histórico, já que estava sendo influenciado pela onda de progressos nas ciências. De forma geral, o Arcadismo é conhecido por ser um movimento que exalta a natureza e a vida bucólica. Seu nome foi dado a partir de uma região grega chamada Arcádia, que era dita como a morada do deus da natureza, Pan.

Contexto histórico

Durante o século XVIII o mundo passava por diversas mudanças, tais como o Iluminismo, o progresso das ciências, a Independência dos Estados Unidos, além de várias revoluções, até mesmo no Brasil, em busca de mais independência. Um marco especial foi a Revolução Francesa no ano de 1789, que marcou o fim da Idade Moderna e início da Idade Contemporânea. O território brasileiro foi palco da Inconfidência Mineira durante o período arcaico.

Exaltação da Natureza

Partindo de um desejo bucólico, o Arcadismo estava sempre em busca pelos valores da Natureza, fazia muitas referências a terra e ao mundo natural. Os poetas dessa escola costumavam escrever sobre as belezas do campo, a tranquilidade que era proporcionada pela natureza e contemplavam a vida simples, desprezando a vida nos grandes centros urbanos, assim como também a agitação e os problemas das pessoas que viviam nesses lugares. Quando os representantes árcades moravam na zona urbana, iam sempre ao encontro com a natureza para purificar suas almas com os ares leves do campo.

Inspiração greco-romana

Para os árcades, a arte greco-romana era considerada um modelo de perfeição, equilíbrio, beleza e simplicidade. Foi assim que as fortes influências desses povos conquistaram os moldes neoclassicistas ao que se refere à temática, às regras de composição e também no predomínio das figuras mitológicas. A mitologia pagã acabou servindo como elemento estético para os árcades.

Exaltação ao homem puro

Os árcades se preocupavam muito com a essência natural do homem e buscavam inspiração nas pessoas que tinham uma relação perfeita com a natureza, ou seja, os indivíduos que mais se aproximavam eram pré-históricos. Exaltavam a pureza, a beleza e a ingenuidade do homem primitivo que ainda não fora corrompido pelos padrões sociais.

Outras características do Arcadismo:

Influências da filosofia francesa
Inspiração nos modelos renascentistas
Tom de confissão nos textos
Estado de espírito espontâneo no âmbito dos sentimentos
Uso de apelidos
Objetividade nas escrituras
Idealização da mulher amada
Racionalismo
Pastorialismo (poetas simples e humildes)
Linguagem simples
Fingimento poético
Temas épicos

Fonte: http://www.estudopratico.com.br/caracteristicas-do-arcadismo/

Interação de Historia

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Reflita: Observe o cartaz e responda a questão proposta na interação.

Angola

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Angola só viu perspectivas para a sua independência na sequência do derrube da ditadura em Portugal (25 de Abril de 1974). No processo de descolonização da África, Angola possuiu duas particularidades interessantes. A primeira é o fato de sua independência ter sido tardia. A segunda é o fato de ela ter tido, dentro do seu processo de independência, não apenas um movimento de libertação, mas três movimentos de carácter nacional, que além lutarem contra os portugueses lutavam entre si. Depois de longos confrontos, o país alcançou a independência em 11 de Novembro de 1975.

Mas a independência de Angola não foi o início da paz, foi sim o início de uma nova guerra aberta. De facto, os três grupos nacionalistas não só combatiam o colonialismo português como também lutavam entre si pelo controlo do país. Cada um deles era na altura apoiado por potências estrangeiras, dando ao conflito uma dimensão internacional.

A União Soviética e principalmente Cuba apoiavam o MPLA. A África do Sul apoiava a UNITA. O Zaire  imaapoiava a FNLA. A FNLA contava também com o apoio da China, mercenários portugueses e ingleses mas também com o apoio da África do Sul. Os EUA, que apoiaram inicialmente apenas a FNLA, não tardaram a ajudar também a UNITA. A sua estratégia foi durante muito tempo dividir Angola.
Agostinho Neto, líder do MPLA, é proclamado presidente da República Popular de Angola, de regime socialista. O Brasil é o primeiro país a reconhecer o novo Estado independente.

Os Estados Unidos e a União Soviética apoiaram a UNITA e o MPLA respectivamente por um quarto de século e mesmo assim, em momento algum tivera, grande controlo da situação ou dos seus aliados. De 1975 a 1989, Angola viu-se no caminho de interesses estrangeiros, regionais e globais e a importância dadsideológica e estratégica do conflito civil inserido no conflito regional havia se tornado a força motriz do conflito. O papel decisivo parece ter sido interpretado pela percepção dos custos e benefícios da continuação do conflito e o ambiente político em mutação de cada participante no contexto de dois possíveis factores causais importantes: o avanço geral nas relações Leste-Oeste resultante das novas políticas do então presidente Gorbachev e os reveses militares de 1987 e 1988 que haviam transformado a dinâmica da guerra.

Fonte: http://www.info-angola.ao

 

Os acontecimentos no Oriente Médio têm uma conotação sociopolítica

israel

Os eventos da Primavera Árabe são vistos pela diplomacia e analistas políticos russos como uma consequência dos conflitos sociais no Oriente Médio. Na terceira ou quarta década de sua existência, os regimes autoritários criados no lugar das monarquias depostas do Egito, Síria e Líbia não conseguiram mais garantir os progressos sociais de seus respectivos países, e muito menos a justiça ou oportunidades de ascensão social.

“Os acontecimentos no Oriente Médio têm uma conotação sociopolítica”, afirma o chefe do departamento de Oriente Médio e Norte da África do ministério das Relações Exteriores da Rússia, Serguêi Verchiínin.

Os militares à frente desses regimes se davam bem tanto com a administração norte-americana quanto com o governo de Moscou. Em sua época de comunismo, o Kremlin proibia a imprensa soviética de escrever sobre a repressão contra os comunistas nos países árabes aliados e fornecia armas em troca da possibilidade de influência na região.

Os EUA, por sua vez, preocupados em manter a estabilidade na maior região petrolífera do mundo continuam ignorando, ainda hoje, a ausência de uma das bandeiras mais levantadas pelo país no mundo inteiro, os direitos humanos.

Voltemos ao cerne da questão. A revolução islâmica no Irã em 1978 levou ao poder o regime de aiatolás e mostrou que organizações políticas islâmicas constituíam uma alternativa real aos líderes militares dos regimes autoritários, além de absolutamente viáveis. Essa era uma das razões pelas quais os líderes militares dos regimes autoritários eram tão implacáveis com os islamistas.

Hoje, a situação é diametralmente oposta. No Egito, o maior país árabe, os islamistas moderados cederam seu lugar na prisão ao ex-presidente Hosni Mubarak. O líder líbio Muammar Gaddafi foi assassinado por rebeldes, enquanto o presidente tunisino Ben Ali foi condenado à revelia. Por fim, o líder iemenita Ali Abdullah Saleh sobreviveu milagrosamente a um atentado e se mudou para os EUA. Esses países, assim como outras nações com grandes comunidades islâmicas do Atlântico ao Pacífico, foram assolados por uma onda de protestos antiamericanos.

Ainda assim, a Rússia não tem a menor intenção de se aproveitar da presente situação no mundo árabe. “Sempre mantivemos bons contatos com os representantes do Islã moderado, cuja crença religiosa se aproxima da tradição religiosa dos muçulmanos russos. A Rússia tem interesse de intensificar suas relações políticas, econômicas e comerciais com os países árabes, inclusive aqueles abalados por comoções internas”, já havia declarado, em seu artigo de campanha presidencial, o atual chefe de Estado, Vladímir Pútin.

Após se livrar de questões ideológicas e ambições geopolíticas da época soviética, Moscou assume uma nova postura pragmática, já que as boas relações com o mundo islâmico têm um grande impacto nas comunidades muçulmanas espalhadas pelo interior do país.

E, ao que tudo indica, essa abordagem encontra eco no mundo árabe. Em setembro de 2011, o futuro presidente egípcio, Mohammed Mursi, disse à agência de notícias Ria Nóvosti que desejava ampliar a cooperação com a Rússia, dado seu potencial econômico e peso político no cenário internacional.

Apesar da vontade de estabelecer laços mais próximos, os contatos reais ainda não são numerosos.  Talvez a cooperação russo-egípcia tome forme após a estabilização da situação interna no país árabe.

Paralelamente, as relações da Rússia com as monarquias do Golfo Pérsico se tornaram mais complicadas ultimamente.  Esses países não passaram pelo período de colapso de monarquias e golpes militares. Pelo contrário, as características nacionais e históricas dos Estados beduínos do Golfo e sua atual prosperidade econômica baseada na venda de petróleo contribuíram para a consolidação de suas monarquias absolutas.

Por isso, o Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo (composto por Bahrein, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã, Arábia Saudita) interveio para reprimir a revolução em Bahrein e apoiar Ali Abdullah Saleh no Iêmen e Mubarak no Egito, concedendo ainda asilo a Ben Ali na Tunísia.

No caso da Síria, os países do Golfo estão ao lado da oposição, apoiando-a financeiramente. A razão é que o presidente Bashar Assad é um aliado-chave do Irã, que reivindica liderança da região. O conflito assume, assim, a forma de confronto entre os dois ramos do Islã: os sunitas, corrente dominante nos países do Golfo, e os xiitas que estão no comando no Irã, Síria e agora no Iraque.

Nesse cenário, a Rússia enfrenta a Arábia Saudita, Catar e outras monarquias sunitas, rejeitando todas e quaisquer formas de pressão externa sobre a Síria com base em resoluções da ONU.

Mas Moscou é contra as resoluções do Conselho de Segurança da ONU para instituir a mudança de regime na Síria, como aconteceu na Líbia, e é pouco provável que o país reconsidere sua posição. As chances de alguém se atrever a promover quais intervenções militares na Síria sem a aprovação das Nações Unidas também são mínimas.

“Temos relações muito boas com o mundo árabe em geral e não queremos intervir em confrontos internos. Temos igual respeito por todos os grupos conflitantes”, disse Pútin em uma entrevista na televisão no início de setembro. “Nossa posição é ditada por uma única coisa: o desejo de criar um ambiente favorável ao desenvolvimento positivo da situação nos próximos muitos anos”, continuou o presidente russo.

Enquanto isso, o atual contexto é motivo de preocupação. Após a morte do embaixador norte-americano na Líbia, o chefe de Estado da Rússia fez um pronunciamento especial a esse respeito. “Tememos que a região possa mergulhar no caos, o que, na verdade, já está acontecendo”, afirmou Pútin. Diante da situação, a cooperação russo-americana na região poderia ser especialmente relevante.

Oriente Médio, entre o Imperialismo e a  Geopolítica

O Hamas, que comanda a Faixa de Gaza na Palestina, está ao lado da oposição e apoiando a guerra civil contra Bashar Al Assad, na Síria.

A Irmandade Muçulmana apoiou o Hamas durante alguns poucos meses e agora, depois do golpe militar, o Egito já voltou a ser um dos principais algozes do povo da Faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que é um dos principais aliados de Israel, junto com a Jordânia.

A Arábia Saudita arma e financia a guerra civil contra Assad, na Síria, como fez no passado recente com os opositores de Muammar Kaddaffi, na Líbia.

O Hezbollah, do Líbano, apoia Assad, que também tem o apoio do Irã.

A Turquia quer derrubar Assad e apoia a causa atual do cessar fogo na Palestina, em que pese ser há muito tempo um dos países que melhores relações diplomáticas mantém com Israel.

A Arábia Saudita nunca teve boas relações com o iraquiano Saddam Hussein e agora se vê as voltas com o radicalismo fundamentalista sunita naquele país (fundamentalismo que tem na própria Arábia Saudita o seu mais perfeito e bem acabado exemplo), não sabendo se apoiam abertamente os fundamentalistas ou se não se envolvem diretamente (o Iraque é um país de maioria xiita, mas Saddam Hussein era laico e sunita – sunita mas não wahhabista fundamentalista como os sauditas).

Enfim, é uma tarefa difícil escrever sobre o Oriente Médio sem falar em sunitas, xiitas, alauítas, católicos, ortodoxos ou judeus. E sem falar nos árabes, hebreus, turcos ou persas, fica mais difícil ainda.

As fronteiras atuais dos países do Oriente Médio foram desenhadas pelas potências imperialistas entre a I e a II Guerras Mundiais. A queda do Império Turco-Otomano libertou os árabes, mas a ingerência imperialista fez surgir ódios religiosos, étnicos e nacionais de grande monta.

Há também uma disputa virulenta pela supremacia geopolítica da região, onde Turquia, Irã e Arábia Saudita, além do Egito, se digladiam entre si e apoiam tais ou quais países de acordo com os seus interesses estratégicos.

Pró EUA e OTAN, os mesmos de sempre: Arábia Saudita e Egito; em menor grau de subserviência vem a Turquia (em que pese ela própria fazer parte da OTAN). Sobra o Irã, o grande ‘satã’ da história aos olhos de norte-americanos e europeus.

As contradições políticas, religiosas e geopolíticas existentes no Oriente Médio é que inviabilizam a criação definitiva do Estado da Palestina e que permitem o massacre de hoje e de ontem, e de sempre, por parte de Israel.

A quem interessa toda esta desunião? Aos imperialistas, ora!

Por isso é que a integração política, cultural, econômica e social da América Latina como um todo, e da América do Sul em especial, é uma excelente iniciativa política.

Iniciativa que se deve sempre perseguir, manter e aprofundar.

Fonte: http://jornalggn.com.br/

Tratado de Guadalupe Hidalgo

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O Tratado de Guadalupe Hidalgo foi um acordo de paz assinado na Cidade do México, em 2 de fevereiro de 1848 entre os Estados Unidos da América (EUA) e o México e que pôs fim à guerra travada entre ambos os países.

Contexto Histórico

O México vivia uma forte instabilidade política e econômica após a sua independência da Espanha em 1810, enquanto os EUA acreditava que era vontade divina se expandir de modo a conquistar a América, crença que ficou conhecida como Destino Manifesto.

Assim, a guerra da intervenção dos Estados Unidos no México, conhecida como Guerra Mexicano-Americana teve início em 1846, num momento em que os EUA percebeu na fragilidade do México uma oportunidade para expandir o seu território.

Essa guerra militar, em que os EUA saiu vencedor, somente terminou com a assinatura do tratado, cujo nome oficial em espanhol é Tratado de Paz, Amistad, Límites y Arreglo Definitivo entre la República Mexicana y los Estados Unidos de América e em inglês é Treaty of Guadalupe Hidalgo.

O Acordo

Composto por 23 artigos, o Tratado de Guadalupe Hidalgo convencionou a cedência de território mexicano aos EUA, tendo como contrapartida o pagamento de 15 milhões de dólares pelos EUA ao México tendo em conta os danos causados pela guerra.

O México cedeu para os Estados Unidos mais da metade do seu território, que corresponde à parte dos atualmente chamados estados do Colorado, Arizona, Wyoming e Novo México e, ainda, todo o estado de Utah, da Califórnia e da Nevada.

De modo geral, o acordo é uma declaração de paz e tem o objetivo de restabelecer a ordem. Entre outras coisas, ele determina que o Rio Bravo demarque a divisão territorial entre o Texas e o México, bem como algumas cedências de livre trânsito de navios e cidadãos.

Foi acordado que os mexicanos que viviam no território que agora passava a pertencer ao EUA teriam os seus direitos civis assegurados durante um ano, bem como poderiam escolher em manter ou não a nacionalidade mexicana. Os EUA impediria a invasão ao México por tribos indígenas a ele pertencentes.

Antes de ser ratificado, porém, alguns artigos foram retificados. O artigo IX, por exemplo, que trata da questão da manutenção dos direitos civis por um ano passa a declarar que os cidadãos mexicanos são admitidos cidadãos norte americanos mediante critérios dos EUA.

Fonte: http://www.todamateria.com.br/

Liderança Criolla

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Liderados pelas elites criollas, tais movimentos contaram com pequena participação popular. Diferente da ilha de São Domingos (atual Haiti), colônia francesa cujo processo de independência foi liderado por escravos de origem africana, as colônias espanholas tiveram suas emancipações coordenadas pelos setores mais abastados.

Evidentemente que revoltas populares chegaram a ocorrer, como, por exemplo, o movimento liderado pelos padres Miguel Hidalgo e José Morellos no México, e a rebelião organizada por Tupac Amaru na região do Peru. No entanto, todas elas foram frontalmente combatidas não apenas pelas autoridades espanholas, mas também pelas elites criollas, temerosas da “haitinização” dos movimentos de independência.

As independências hispano-americanas ocorreram em momentos distintos, basicamente ao longo das três primeiras décadas do século XIX. Em todos os casos, a participação dos “Libertadores da América” foi fundamental. Estes homens eram importantes líderes locais que coordenaram diversos movimentos emancipatórios. Simón Bolívar, José de San Martín, Bernardo O’Higgins e José Sucre foram quatro desses libertadores que, conjuntamente às elites criollas, fundamentaram o surgimento dos primeiros países livres no território da América Espanhola.

 Fonte: http://educacao.globo.com/

Geo Ambiental Infográficos – Turma 111

Leituras obrigatórias para o trabalho online (Interação de Geografia)   Entendendo o seu gasto de água: http://goo.gl/FISbCb Calculadora de gasto de água mensal: http://goo.gl/EaA0w5 Outro site sobre cálculo de gasto de água: http://goo.gl/1zHBz3 Site sobre a água no planeta: http://goo.gl/fXGRSr Calculadora de liberação de carbono: http://goo.gl/CAK6yu O problema do lixo: http://goo.gl/BfrQs